Juliano Saraiva

Segurança do trabalho com mãos. Juliano amputou um braço no trabalho da indústria sem avaliar os riscos

  1. Trabalhava no setor de produção da indústria;
  2. Sempre fazia a limpeza da máquina, com ela em funcionamento;
  3. Usava um bastão com um pano enrolado na ponta para fazer a limpeza do rolo;
  4. Chamavam o bastão de cotonete. No dia do acidente esse bastão enroscou no rolo e puxou o braço esquerdo, causando ferimentos graves;
  5. Entrou em desespero e com o braço direito foi tentar tirar o braço esquerdo;
    O braço direito foi amputado e o esquerdo foi recuperado após muitas cirurgias.
  6. Narra os erros cometidos, o socorro, as cirurgias, o retorno para casa e as consequências desse acidente para ele e para a família;
  7. Entrou em depressão, pensou em suicídio e sua saúde mental ficou muito abalada;
  8. Aponta para a importância do comportamento seguro, uso dos EPIS, segurança das mãos, uso da atenção, análise de risco e bloqueio de máquinas

 

Como foi o acidente?

Juliano um rapaz forte, saudável e trabalhador. Levava uma vida comum, mas jamais imaginava que, em um único dia, tudo em sua vida mudaria de forma definitiva, deixando marcas físicas, emocionais e familiares profundas.

No ano de 2018Juliano saraiva atuava em um ambiente industrial, executando atividades repetitivas que faziam parte do seu dia a dia. A experiência e a convivência constante com as máquinas criaram uma sensação de confiança excessiva. Assim, entre suas tarefas estava a limpeza de um equipamento ainda em funcionamento, utilizando um bastão como ferramenta improvisada, prática realizada diariamente sem a devida análise de risco.

 

acidente industria amputação braços

Em um dia aparentemente comum, o bastão utilizado por Juliano Saraiva para fazer a limpeza foi puxado pelos rolos da máquina. Em questão de segundos, seu braço esquerdo foi engolido e esmagado pelo equipamento. A força mecânica foi imediata, não permitindo qualquer reação segura ou controle da situação. Esse episódio reforça a importância da segurança do trabalho com mãos, já que pequenos descuidos podem resultar em consequências irreversíveis.

Movido pelo reflexo e pelo desespero, Juliano Saraiva tentou retirar o braço preso e acabou colocando também o braço direito na área de risco. Esse ato impulsivo mostra como a ausência de práticas de segurança do trabalho com mãos pode ampliar os danos e comprometer ainda mais a integridade física do trabalhador.

Ao relembrar o ocorrido, Juliano Saraiva relata os erros cometidos, o momento do socorro, o atendimento médico emergencial e o impacto do retorno para casa. O acidente não afetou apenas sua capacidade física, mas transformou completamente sua rotina, sua independência e a dinâmica familiar. Por isso, ele insiste que a segurança do trabalho com mãos deve ser constantemente reforçada em treinamentos e práticas diárias, garantindo que cada trabalhador esteja consciente dos riscos e preparado para evitá-los.

As consequências

A importância da segurança do trabalho com mãos

As consequências emocionais também foram profundas. Juliano Saraiva teve sua saúde mental fortemente abalada, evidenciando que acidentes de trabalho não provocam apenas ferimentos visíveis. O sofrimento psicológico, a adaptação a uma nova realidade e o impacto emocional sobre a família mostram a importância de olhar para a segurança do trabalho de forma ampla e humana.

Com o tempo, Juliano Saraiva passou a utilizar sua história como uma ferramenta de conscientização. Ele reforça que comportamento seguro deve ser prioridade absoluta em qualquer ambiente de trabalho. Nenhuma tarefa é tão urgente a ponto de justificar a exposição ao risco, e por isso insiste que a segurança do trabalho precisa ser tratada como valor inegociável.

Portanto, o uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é um dos pontos centrais destacados por Juliano Saraiva. Os EPIs não eliminam riscos sozinhos, mas funcionam como barreiras fundamentais para reduzir danos e evitar consequências ainda mais graves.

Outro aprendizado importante está relacionado à segurança do trabalho com mãos. Segundo Juliano Saraiva, as mãos estão entre as partes do corpo mais vulneráveis em ambientes industriais. Manter distância de partes móveis, evitar improvisações e respeitar procedimentos operacionais são atitudes simples que salvam vidas. Ele ressalta que a segurança do trabalho com mãos deve ser constantemente reforçada, pois pequenos descuidos podem gerar grandes impactos. Além disso, compreender que a segurança do trabalho com mãos é responsabilidade coletiva ajuda a criar ambientes mais protegidos e conscientes.

Análise de risco e bloqueio de máquinas

 

A análise de risco antes de iniciar qualquer atividade é uma das principais lições deixadas por Juliano Saraiva. Todavia, identificar perigos, avaliar consequências e adotar medidas preventivas são passos essenciais para evitar acidentes graves.

Sempre, o bloqueio e etiquetagem de máquinas (LOTO) também recebe grande destaque. Dessa forma, reforça que máquinas jamais devem ser limpas ou ajustadas em movimento.

Juliano lança seu primeiro livro

Toda essa trajetória de dor, aprendizado e reconstrução Juliano reuniu no livro SUPERAÇÃO, lançado em 2025. Foi assim que na obra, Juliano Saraiva compartilha sua história desde o acidente em 2018, passando pelas cirurgias, pela reabilitação, pelos desafios emocionais e pela reconstrução de sua identidade.

Mais do que um relato pessoal, o livro se tornou uma ferramenta de conscientização sobre segurança do trabalho com mãos, comportamento seguro e valorização da vida. Então, a experiência de Juliano Saraiva mostra que prevenção não é excesso de cuidado, mas um ato de respeito consigo mesmo, com os colegas e com a família.

A história dele deixa um alerta claro: então, um pequeno descuido pode gerar consequências irreversíveis. Por isso, investir em prevenção, treinamento e cultura de segurança do trabalho com mãos é fundamental para proteger vidas hoje e no futuro. Além disso, reforçar práticas de segurança do trabalho com mãos ajuda a criar ambientes mais conscientes, onde cada trabalhador entende que suas atitudes podem salvar não apenas a própria vida, mas também a dos colegas.

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