Andréa Silva

Saúde Mental. ela não cuidou de si e perdeu o movimento de ombros e mãos após 12 anos de trabalho repetitivo.

1- Perdeu o movimento de ombros, braços e mãos aos 30 anos por lesão por esforço repetitivo no trabalho;

2- Continuou fazendo as atividades com as mãos mesmo depois de sentir os sintomas de dor e formigamento;

3- Ficou com uma deficiência física permanente após anos de atividade laboral inadequada;

4- Entrou em depressão, pensou em suicídio e sua saúde mental ficou muito abalada;

5- Aponta para a importância do comportamento seguro, uso dos EPIS, sugurança das mãos, prática de alongamentos e atitudes seguras que preserva a vida.

O impacto das lesões repetitivas: A história de Andrea Silva

Qual é, efetivamente, o conteúdo da palestra de Andrea Silva sobre a perda do movimento das mãos e segurança? Em primeiro lugar, ela compartilha como perdeu o movimento de ombros, braços e mãos aos 30 anos devido a uma lesão por esforço repetitivo (LER). Infelizmente, Andrea Silva continuou suas atividades mesmo sentindo dores e formigamentos constantes. Como resultado, ela adquiriu uma deficiência física permanente após anos de uma rotina laboral inadequada. Esse processo afetou profundamente sua saúde mental, evidenciando como dor física e saúde mental estão interligadas.

Por causa disso, a palestrante enfrentou uma depressão profunda e sua saúde mental ficou gravemente abalada. No entanto, hoje ela utiliza sua vivência para apontar a importância do comportamento seguro e do uso de EPIs. Além disso, Andrea Silva enfatiza a prática de alongamentos e atitudes preventivas que preservam a vida e a carreira dos trabalhadores, sempre reforçando que saúde mental também depende de ambientes laborais seguros.

Sinais ignorados e danos irreversíveis

Andrea Silva, que hoje é psicóloga e psicanalista, tornou-se uma pessoa com deficiência física após exercer a ocupação de esteticista por anos. Naquela época, ela não levou em conta os sinais das dores e do movimento repetitivo. Consequentemente, desenvolveu uma lesão permanente chamada síndrome do desfiladeiro torácico. Ainda hoje, ela convive com remédios e formigamentos, visto que a condição é irreversível — algo que impacta diretamente sua saúde mental e reforça a importância do cuidado contínuo.

Devido a essa limitação, ela precisou abandonar a profissão que lhe rendia estabilidade financeira para encontrar um novo caminho. Embora tenha enfrentado momentos de desespero, Andrea Silva deu a volta por cima ao cursar Psicologia. Atualmente, ela orienta que todos devem observar as regras de segurança e analisar riscos, pois atitudes saudáveis no trabalho evitam tragédias pessoais e protegem a saúde mental dos colaboradores.

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Saúde mental no centro da cultura organizacional

A trajetória de Andrea Silva é marcada por uma transformação profunda. Por 16 anos, ela teve uma carreira promissora; contudo, a negligência com a saúde física e mental teve um preço alto. De acordo com seu relato, a perda da saúde trouxe impactos emocionais silenciosos e intensos, mostrando que saúde mental precisa ser prioridade técnica e humana dentro das empresas. Apesar da escuridão, ela encontrou um propósito e decidiu usar sua dor para conscientizar outras pessoas.

Hoje em dia, como parceira da Sipat Palestras, ela alerta que a produtividade jamais deve estar acima da saúde mental. Afinal, é necessário criar uma cultura organizacional que valorize o ser humano. Nesse sentido, gestores e CEOs possuem um papel fundamental, visto que o ambiente de trabalho pode ser determinante para a estabilidade emocional do colaborador e, consequentemente, para sua saúde mental.

Prevenção de doenças laborais e comprometimento sem saúde mental

Muitas vezes, pequenos sinais como estresse e insônia são ignorados no cotidiano. Entretanto, Andrea Silva reforça que cuidar da mente é reconhecer esses alertas antes que se tornem doenças incapacitantes. Inclusive, a ausência de políticas de bem-estar causa afastamentos e perda de talentos. Por outro lado, o investimento em saúde gera engajamento e lealdade, preservando também a saúde mental das equipes.

Em suma, as doenças laborais não são inevitáveis; elas nascem de ciclos de negligência. Portanto, Andrea Silva afirma com convicção que a segurança do trabalho e a saúde mental caminham juntas. Dessa maneira, sua missão é transformar histórias e construir futuros mais conscientes, porque cada colaborador merece a oportunidade de viver e trabalhar com dignidade — algo que só é possível quando a saúde mental é colocada no centro de tudo.

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